A regra dos 37%
Jogue o problema da secretária: candidatos chegam um por vez e a decisão é na hora. Depois simule milhares de filas e ache o ponto ótimo.
As três vistas
Jogar. Os candidatos chegam um por vez; a altura da barra é a qualidade, que você só vê quando ele chega. A faixa azul é a fase de amostra que a regra recomenda; a linha dourada, a régua que essa amostra construiu. Feche quando quiser — no fim a fila inteira aparece, com o melhor em verde, e o placar compara você com a regra na mesma fila.
Mil filas. Para cada tamanho de amostra, a chance de terminar com o melhor de todos. A linha verde é a conta exata; os pontos azuis, filas sorteadas que vão se acumulando. O pico fica sempre perto de , e a altura do pico perto de .
Afrouxar a regra. O que acontece quando o segundo lugar também serve, ou o terceiro: a melhor estratégia possível, calculada exatamente, sobe de 37,1% para 58,0% e 71,6% com cem candidatos.
Experimente
- Jogue dez filas de 20 sem olhar a faixa azul, confiando no instinto, e compare o seu placar com o da regra.
- Ainda em Jogar, aumente a fila para 50. A regra continua acertando um em cada três, mesmo com mais candidatos para errar.
- Em Mil filas, leve o tamanho da fila de 3 a 200 e acompanhe o pico: ele anda junto com a linha e desce devagar até 36,8%, sem nunca passar para baixo.
- Com 20 candidatos, a amostra ideal é recusar 7, e a chance é 38,4%. Recusar a metade dá 35,9%: o palpite mais comum custa 2,5 pontos percentuais, e recusar 15 custa bem mais — 22,2%.