A corda em volta de qualquer coisa
Do átomo de hidrogênio ao universo observável: levante a corda um metro e meça quanto ela cresce. E a variante em que a corda é puxada por um ponto só.
As quatro vistas
A corda levantada. Escolha o círculo — um átomo de hidrogênio, uma bola de futebol, a Terra, o Sol ou o universo observável — e quanto levantar a corda. O desenho está na proporção verdadeira; quando o vão some, a lupa amplia o topo do anel. Embaixo, os dois comprimentos com todos os algarismos: para a Terra, as cordas velha e nova só começam a diferir na casa das unidades de metro, e a diferença é sempre 6,2832 m por metro de altura.
Comprimento e área. Uma janela em volta do raio escolhido, com a mesma escala vertical nos dois quadros. Andar um metro para a direita sobe a reta do comprimento sempre 2π — perto de 10 cm ou de 6.371 km. A curva da área sobe π(2r + 1): numa bola, menos de quatro metros quadrados; na Terra, dezenas de milhões, e o degrau sai do quadro.
A pista. As largadas de uma prova de 400 m, calculadas pela norma: cada raia larga à frente da vizinha de dentro exatamente 2π vezes a largura da raia. Aperte Correr e os oito chegam juntos. Troque para a pista coberta de 200 m: o escalonamento por raia não muda.
Puxada por um ponto. A mesma folga, em vez de levantar o anel inteiro por igual, é puxada para cima num ponto só, como uma tenda. Com um metro de folga na Terra, o anel inteiro subiria só 15,9 cm; puxada num ponto, a corda vira um pico de 121,46 m.