Da secante à tangente
Aproxime os dois pontos e veja a secante virar tangente, a derivada sendo traçada e o zoom que transforma qualquer curva suave numa reta.
As quatro vistas
Da secante à tangente. Escolha a função e o ponto . A reta lilás passa por e por : a inclinação dela é o quociente de diferenças . Encolha — ou aperte Aproximar — e veja a secante girar e parar em cima da tangente verde. Trocar de lado faz negativo: a secante vem pela esquerda. Em , no zero, os dois lados dão e e nunca concordam: não existe derivada ali.
A função derivada. O ponto percorre a curva com a tangente, e embaixo a inclinação vai sendo traçada — verde onde a função sobe, vermelha onde desce. Para sai a reta ; para , o cosseno; para , ela mesma.
A lupa. Zoom num ponto: a janela tem a mesma escala nos dois eixos, então nada é esticado para enganar o olho. A curva nunca vira reta, mas o erro entre ela e a tangente (o traço vermelho) encolhe mais rápido que a janela — a razão “erro ÷ largura” vai a zero. É o sentido exato de “melhor aproximação linear”.
A regra da cadeia. Um círculo com o raio crescendo 2 cm/s. A área responde ao raio com , e o raio responde ao tempo com : as duas sensibilidades se multiplicam. O anel dourado é a área que entra no próximo décimo de segundo. Em , cm² por segundo.